Vida de Nerd – Retomando as atividades

Olá pessoal!

Como já devem ter percebido, andei um tempo afastado das atividades bloguisticas do PTC, algumas vezes por preguiça, falta de conteúdo, falta de imaginação ou até mesmo inspiração. Mas como aquela tia chata, vinha do nada, postava qualquer porcaria por aqui e ia embora por mais um tempo qualquer.

Pois bem, para quem gostava, vou voltar a escrever os posts Vida de Nerd, pois com esse tempo que estive “fora”, consegui juntar uma certa quantidade de histórias, criando algumas outras, aprendendo e adquirindo alguns robbies (só não os de bolinhas) e aprendendo a ver o mundo de uma outra forma.

Quanto à forma de escrita, podem esperar algo um tanto mais maduro, com textos mais revisados, com idéias mais bem organizadas e sem tantos comentários no meio do texto.

Sarcasmo e ironia, claro que ainda vou manter essa linha, senão esse não seria eu.

Podem esperar textos com uma menor quantidade, porém com uma qualidade maior.

Bom, resumindo alguns dos acontecimentos desde o meu último post bem trabalhado, troquei de emprego (agora não estou mais trabalhando com coisas de 20 anos atrás, são apenas 15 agora… =P), aprendi a desenvolver para Android, infelizmente usando Java, comprei um celular com esse sistema, por esse motivo podem esperar alguns conteúdos referentes à esse ponto, tive alguns problemas de saúde e por força de vontade e alto nível de dedicação consegui praticamente sana-los, iniciei a minha caminhada de “marombeiro”, consegui algumas regalias apenas documentando bem as coisas, entre muitas outras coisas.

Este post é apenas um aviso que estou voltando a escrever posts e aos poucos vou retomando a liberdade e a criatividade que tanto tive quando entrei pro PTC.

Até mais e nos vemos por aqui!

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Você tem medo de perder seu emprego?

Primeiramente, vamos começar com uma aula bastante famosa e que fala de um termo ao qual é essencial para que este texto faça sentido para você:

Atualmente, tenho 6 anos de atuação no mercado de trabalho. Comecei como instrutora de ensino de informática básica, depois fui auxiliar de laboratório de informática, após fui analista de suporte e por fim, consultora em business intelligence. Também programo em Python nas horas vagas, mas apenas na área web. Tenho um certo domínio do Django e também de ferramentas para web design. Mas divago…

Baseado no parágrafo acima é que venho escrever este texto. Eu já passei por muitas situações e algumas delas eu me sinto imensamente compelida a compartilhar com vocês, pois elas são muito mais corriqueiras do que se imagina. E por serem corriqueiras e ao mesmo tempo sutis é que me sinto ainda mais motivada a alertá-los dos perigos de se trabalhar em empresas. É claro que, assim como não é um mar de rosas, tampouco é um inferno, portanto não tenham medo de espalhar vossos currículos por aí. O mais importante de tudo é criar habilidades para fugir de situações as quais possam deixá-los com vontade de sair porta afora da empresa, mais ou menos assim:

Quando se entra pra substituir alguém

Esse é o caso mais comum. Você é um cara desconhecido, um estranho no ninho. Em momento algum você desfez a panelinha, afinal, você entrou depois que o outro foi, necessariamente, demitido ou pediu demissão. Entretanto, os seus novos colegas de trabalho poderão tentar te hostilizar para que você se sinta mal, como se isso fosse trazer de volta o colega que não ocupa mais aquela vaga. Eles vão te usar como objeto de rebelião contra uma demissão que eles julgaram injusta. Claro que você não tem culpa de nada, afinal, esse bonde já estava andando quando você entrou. Mas como eles precisam chamar a atenção do chefe, nada melhor do que pegar no pé do colega novo que não tem base solidificada na empresa.

Primeiramente, crie uma proximidade saudável com seu chefe. Eu entendo que por “proximidade saudável”, seja ter um diálogo aberto e franco, sempre que possível. Quando se é alvo desse tipo de bullying, há duas formas de se livrar dele: a primeira é virar o jogo, ou seja, pegar a arapuca armada pra você e deixá-la armada para que quem está te incomodando, caia nela. A segunda é reunir provas suficientes e concisas para acusar o seu colega agressor. Esta última é a mais delicada e complicada de se fazer, porque se agarrar em fatos onde a interpretação é apenas “implícita” deixa tudo mais difícil pro seu lado, pois ninguém, e eu repito que NINGUÉM vai querer queimar seu próprio emprego para te salvar. As pessoas até podem querer ajudar e sentir compaixão, mas ninguém vai se arriscar em prol do seu benefício. É uma roleta russa que ninguém quer participar, pois como o cano não tem nome, ele pode apontar pra qualquer um.

Para que a arapuca caia sobre quem está te hostilizando, é necessário fazer uma coisa simples que dificilmente se voltará contra você, que é deixar o malvado cair nas próprias maldades. Por exemplo, se seu colega deixa de lhe enviar material necessário para cumprimento de uma tarefa sua que dependa dele, deixe isso claro para seu chefe que a culpa não foi sua. Você pode até dedurar, mas seja imparcial nisso. Diga que seu colega não lhe enviou o material, mas que imagina que ele possa estar ocupado, sobrecarregado e por isso não o fez. Aí seu chefe irá conferir com seu colega o porquê de não ter enviado e aí, ele vai ter que se explicar. Isso é apenas uma das formas que é possível fazer o feitiço se voltar contra o feiticeiro…

Quando seu colega não quer lhe ensinar

Vamos seguir a linha de antes, ou seja, armando a arapuca de volta pra quem lhe armou. Você está exercendo uma função nova que requer aprendizado dos processos que a envolvem, os quais você desconhece. Aí seu colega que deveria estar te treinando, está fazendo corpo mole e não está te passando nada. Eu geralmente interpreto isso de duas formas: ou é puramente preguiça, ou é medo que você se destaque mais do que ele na função, colocando em risco o emprego dele. Normalmente a segunda é mais frequente entre colegas de trabalho que não tem hierarquia entre si, e mais ainda quando a hierarquia existe, pois ninguém quer perder uma posição de gestão.

E aí sua função tem alguns processos que geram entrega de relatórios e documentos em datas específicas para que outros possam exercer as suas respectivas funções. Você não conhece bem o seu processo por conta de seu colega que passou todo o tempo olhando portais de notícias na internet ao invés de te passar conhecimento. Nesse tormento, você se depara com uma situação desagradável, que é: assumir que não sabe nada pro chefe ou tentar executar sua tarefa com o que você sabe e entregar de qualquer jeito? Eu digo que se pode usar ambas, mas em tempo hábil de você aprender o que precisa e entregar a tarefa de forma completa e correta. Digamos que você tem um mês pra entregar um relatório consolidado de informações. Isso requer que você analise, agrupe e interprete essas informações para fazerem sentido pra quem for lê-las depois. Aí, passou uma semana e nada do seu colega lhe passar o conhecimento, seja pela qual desculpa for. Você tenta fazer alguma coisa, mostra pro seu chefe e diga que isso foi o que conseguiu fazer, com o conhecimento que lhe foi passado. Use a tática do item anterior, ou seja, pergunte se não há outra pessoa que lhe possa ajudar, pois o colega designado a te ajudar não está encontrando tempo pra lhe passar as instruções necessárias e está atrasando seu trabalho. E novamente, a bola não está mais com você e, claro, o cano deixou de apontar pro seu nariz. Isso, obviamente, até a próxima tarefa, mas assim você consegue ir tirando essas situações de letra até que você domine a sua função.

A parábola da cobra e do vagalume

Você exerce tão bem a sua função que atrai a atenção de outros gestores e faz com que seu chefe pense que você brilha mais do que ele na empresa. Bem, essa é a situação mais complicada, pois dependendo da estrutura hierárquica da empresa, não há a quem recorrer. Sendo assim, se não há chefes acima do seu chefe imediato e se não há a quem mais chorar, faça o mais sábio: espalhe currículos e caia fora dali. Esse emprego só vai te dar dor de cabeça, úlceras e estresse por nada. Se o trabalho que tu tens representa usar boa parte do salário pra pagar por remédios pra curar problemas que ele mesmo causou, alguma coisa está errada.

Agora, se existe um chefe acima do seu chefe, a coisa fica um pouco mais fácil. Vamos supor que você executa um trabalho que seu chefe utiliza pra complementar/analisar e entregar pra uma terceira pessoa. As atitudes dele podem ir desde a dizer que o trabalho que você faz é pegar tudo em estado bruto e passar pra ele até dizer que ele fez tudo (ou grande parte do trabalho) sozinho. Não existe sensação de impotência maior, no âmbito empresarial, que é não poder provar que alguém está errado, ainda mais se for seu chefe. É complicado ir contra quem pode te demitir. Mas bem, nem tudo está perdido. Para as situações de antes e esta, em especial, é importante desenvolver o “complexo de esquilo”. Guarde tudo, desde e-mails, até bilhetinhos, anotações e coisas do tipo. Quando fores questionado sobre como conduzes teu trabalho, tu poderá dizer que o conduz bem, que o faz de forma correta e poderá demonstrar. Se o chefe do seu chefe perceber que há algo de errado, começará a caça às bruxas. Quem não deve, não teme, ou seja, mantenha o seu fora da reta em tudo que puder. Claro que, ao “manter o seu fora da reta”, significa dizer que você deverá ser uma pessoa correta, que age com transparência e franqueza. Se sua conduta for essa e se guardar tudo aquilo que poderá estar a seu favor, então não há com o que se preocupar.

Quando aparecem imprevistos

Uma vez, o @edipoterra me contou a seguinte história:

“Eu estava sentado em minha mesa, ajeitando minhas tarefas do dia e checando meus e-mails do trabalho. Eis que meu chefe aparece ao lado de minha cadeira e me pergunta: “você sabe assentar azulejos?” Eu, tentando não parecer ríspido, disse que não sabia, mas que me dispunha a ajudar no que fosse preciso. Ainda intrigado, perguntei: “mas o que está acontecendo?” Meu chefe, então, me respondeu: é que estamos reformando o banheiro dessa sala e o pedreiro disse que vai demorar a vir, então como eu queria agilizar o trabalho, resolvi te perguntar se por acaso tu saberia assentar azulejos. Perguntei pra outras pessoas, mas ninguém sabia também.”

Claro que essa situação é extrema. Você, nerd, trabalha com TI dentro de um escritório e sempre trabalhou assim. Aí chega alguém (normalmente um chefe de setor) e te pergunta se tu sabe fazer algo totalmente fora do seu contexto. Se isso não for algo frequente, acredito que não há problemas em fazer a tarefa, caso você saiba. Se não sabe, seja sempre honesto e diga a verdade, pois se resolver se meter a fazer algo que não domina, vai acabar queimando a impressão que as pessoas tem de você. Pra construir uma reputação é árduo, mas para destruí-la, é como dar tapa em castelo de cartas. E como a relação entre as pessoas dentro de uma empresa é normalmente fraca (o que une, muitas vezes, é apenas o vínculo empregatício ou de um projeto sendo executado), é importante manter sua reputação sempre em dia.

Não tenha medo de dizer que não sabe fazer uma tarefa, isso não vai fazer de você um funcionário menos relevante na empresa. E também vai evitar te colocar em situações embaraçosas, onde tudo que você queria era demonstrar serviço e acabou apenas demonstrando que não sabe mentir. É preferível que você diga que não sabe, mas se dispõe a aprender (dependendo da urgência da demanda pro serviço) do que falar que sabe e depois se ferrar.

Quando não é possível tirar férias

E aí que você já vem de 3 empregos anteriores. Em 3 anos, conseguiu ascender profissionalmente de forma exemplar, porém a um custo um tanto alto: sem férias. Segundo a regra da CLT, o funcionário só pode tirar férias depois de trabalhar ininterruptamente na mesma empresa durante 1 ano. Se em 3 anos, você trocou 3 vezes de emprego (normalmente pra vagas melhores), você está há 3 anos sem férias. Enquanto se é novo, esses 3 anos não chegam a ser um grande problema, pois pique e energia há de sobra. Mas quando se é mais velho, essa rotina é esgotante a ponto de dar origem pra doenças que vem do estresse, como gastrites, úlceras, enxaquecas e por aí vai.

Nesse caso, há duas alternativas a se usar, de acordo com o contexto. Se teu emprego é CLT, ou seja, é registrado em carteira de trabalho, tu podes conversar com teu chefe antes da contratação e negociar esse período de folga pra ser tirado em um futuro próximo. Aí ele vai decidir como isso será pago de volta pra empresa, ou seja, se vai ser descontado das tuas férias, se vai ser pago com hora extra, enfim, isso é uma negociação informal entre você e o empregador. Porém, se você decidiu ser profissional autônomo, é uma questão de ajustar os prazos dos projetos de forma a gerar uma lacuna de tempo que poderá ser usada como folga. Você, nesse caso, é senhor do próprio tempo, desde que claro, saiba que poderá ter de abdicar de projetos para tirar o merecido descanso. Com grandes poderes, vem também grandes responsabilidades, portanto é necessário que você saiba que a sua folga não é remunerada. Se acha que não vai ter grana pra fazer essa folga acontecer, então baixe a cabeça, trabalhe e faça uma poupancinha pra quem sabe, na próxima oportunidade, tirar uns dias de descanso sem (muita) culpa.

Já dizia um sábio Titã: “Eu aprendi, a vida é um jogo. Cada um por si e Deus contra todos. Você vai morrer e não vai pro céu, é bom aprender, a vida é cruel”. E é cruel mesmo, portanto sobrevive quem é mais adaptado pra enfrentar essas adversidades da vida profissional, pois o resto fica pra trás e é engolido pelo plano de carreira ou pelo mercado de trabalho. Se você não quiser fazer parte da ratatáia que fica inerte, aprenda, evolua, erga a sua cabeça diante dos obstáculos e vença. Só você poderá fazer isso por ti mesmo.

Não alimente os trolls

Tem um fato que aconteceu na internet que eu, particularmente, me senti incomodada: Carolina Dieckmann notificou o Google para deixar de indexar os sites que tenham exposto suas fotos na internet. A galera que está mais acostumada com o blog sabe o quanto a burrice me incomoda nas pessoas. E sabe que eu não condeno a ignorância e sim a idiotice assumida dos seres humanos desse grão de areia do universo que pretensamente chamamos de planeta.

É impressionante que, depois da Cicarelli, tanta gente ache que pode excluir completamente qualquer conteúdo da internet, como se fosse formatar um HD gigante e coletivo que, na teoria, salvaria em si todo o conteúdo da rede mundial de computadores. E é mais impressionante ainda que celebridades de talento duvidoso tirem fotos desse cunho (ouvi dizer que em uma das imagens aparece o filho da Carolina) e deixem armazenadas numa mídia de tão baixa confiança: o HD de seu computador pessoal. Não que exista alguma mídia de confiança plena, mas não ter um mísero HD externo pra armazenar conteúdo pessoal é pedir pra tomar na cara. Eu sou da opinião que se tu não sabe usar alguma coisa, tu pergunta pra quem sabe. Ou seja, se tu não sabe usar um sistema operacional sem pegar vírus, ou instale Linux e lide com isso, ou tente deixar o mínimo de informação pessoal salva em um lugar que tu sabe que, eventualmente, vai pra assistência técnica.

Pra comparar, vamos usar o caso que aconteceu recentemente com Laerte. Os ladrões invadiram a casa dele, roubaram até mesmo o backup e foram embora. Nesse caso não há muito que se possa fazer, afinal, até o plano B foi sabotado. Mas no caso da Carolina, ela foi mais do que amadora. Ela tirou fotos sensuais de si mesma, armazenou em seu computador e o mandou, mais tarde, pra assistência.

Eu mesma, na época em que trabalhei formatando computadores alheios, tive a oportunidade de lidar com dados pessoais de muita gente. E é pior ainda quando é necessário limpar arquivo por arquivo de vírus e afins. Eu tive o desprazer de ver muita coisa escabrosa nesse meio tempo, mas jamais divulguei nada e nem saí por aí espalhando esse tipo de coisa aos quatro ventos. Afinal, faz parte da ética profissional não divulgar esse tipo de coisa, pois além de ser crime, é totalmente desnecessário. O indivíduo que espalhou as fotos dela merece a condenação, sem dúvida alguma. Mas apesar de tudo, é importante não dar oportunidade para outras pessoas agirem. Se tomamos cuidado para não sermos assaltados, porque não tomar cuidado para que nossas informações pessoais não sejam vazadas por aí? Nisso, acredite, pouca gente pensa.

As pessoas tem dificuldade de aceitar que a época do “fio do bigode” já passou. É claro que ainda existe gente de bem, que trabalha de forma honesta e ética. Só que esse grupo é tão seleto e esparso, que é melhor agir com o pé atrás pra evitar esse tipo de situação. Eu sou uma pessoa bastante desconfiada e só dei crédito pra pouca gente na minha vida. E quem tem, valoriza, porque depois de perder não existe mais volta. E por viver assim que eu cada vez menos tenho me incomodado com gente de má índole e mau caráter.

Infelizmente, Carolina foi vítima de pessoas. E quanta gente por aí ainda é vítima da famigerada Engenharia Social, ou seja, que dá de mão beijada todas as informações que lhe são pedidas sem nem pestanejar? Gente que não desconfia que bancos não pedem dados via e-mail, que o governo não solicita informações pessoais em outros meios que não sejam seus sites (embora ainda enviem senhas cadastradas ao usuário em plain text) e que uma empresa séria jamais usa de meios cotidianos para entrar em contato com o seu cliente? Se uma empresa ligar no seu telefone e lhe pedir que fale seus dados pessoais, sabendo que tu já é cadastrado com ela, não informe nada. Se eles tem seus dados, quem tem que ditar seu CPF e nome da mãe completo são eles e tu apenas diz se está correto ou não. Afinal, tem gente esperta o bastante pra simular os barulhos típicos de um call center no fundo da ligação e passar o trote nos desavisados da vida.

Não quero aqui estimulá-los a viver com mania de perseguição. Só quero, através dessa falha da Carolina e de tantas outras pessoas antes dela, que vocês tomem mais cuidado com seus dados pessoais e com seus arquivos armazenados em seu computador. Não dê chance ao azar, não dê oportunidade para se incomodar. Quem gosta de problema é professor de matemática, pois de resto, ninguém mais gosta. E arranjar sarna pra se coçar é coisa de cusco abandonado, portanto, evite a fadiga e tome suas precauções para viver com uma qualidade de vida ainda superior à que tu já tens.

As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 12)

Eu sei, já passou o dia dos namorados. Entretanto o dia 12 foi numa terça e houve quem não pudesse estar com seu amor. Como a semana ainda não acabou, vamos dar uma chance a quem não pode comemorar no dia e a quem já comemorou, de celebrar seu amor mais uma vez…

The Black Crowes – Remedy

Creedence Clearwater Revival – Night Time Is The Right Time

Jethro Tull – A New Day Yesterday

The Grateful Dead – Sugaree

Kiss – Heaven’s On Fire

Essa última foi uma dica de Vinícius Faé.

Depois me contem nos comentários se a seleção agradou ;D

Piadas Horríveis (Nº 12)

Olá pessoal!

Como estou meio sem sono (a outra metade, que raciocina está em um sono longo e profundo), resolvi voltar aqui pra postar mais algo.

Sabe qual é a árvore que dá bacon?

O pé de porco!

Agora vou colocar a outra metade pra dormir!

Até mais!

As Aventuras de Hellhound (nº2)

O que é o que é um pontinho preto e redondo no meio do matagal? Na verdade sou eu, debaixo de uma puta chuva, raios caindo quase ao meu lado, enquanto a placa de rede do meu computador queimava estranhamente.

Meu papagaio achou que seria divertido (na mentalidade de ave-troll dele) se esconder no matagal da casa após o anoitecer e o temporal começar. E ainda, para isso, usando da sua excelente camuflagem de penas verdes e o silêncio de um ninja enquanto eu, em trajes sociais, me molhava como o Shiryu na cachoeira.

Quico

A diferença é que uma Cólera do Dragão não ia me ajudar a encontrar o maldito penoso…
Nesse meio tempo, quando outro raio cai e ilumina até a alma da noite, eu vejo que o safardana estava no topo do arbusto que eu cutuquei o tempo todo (provavelmente ele estava segurando o riso) sem fazer barulho algum. Tudo bem, a roupa iria pra lavar mesmo, estivesse ela mais molhada ou menos molhada. Levei o galináceo pra dentro de casa e voltei ao meu PC que, por burrice, deixei ligado. A conexão com qualquer coisa que eu tivesse feito antes estava perdida, entretanto o modem piscava como uma prostituta de esquina no começo do expediente. O LED da placa de rede não acendia. Voltei para a cozinha e confrontei o animal:
-“Viu o que me fez fazer, Refugo de Kozilek?!”

O urubu juventudista ria e gritava comigo, zoando bonito a minha desgraça.
-“Por Ohanma! Se tu não tivesse me custado trezentos pila, eu já tinha te jogado no microondas e tu iria dar voltinhas na minha frente até morrer, seu, seu…frango de botequim!”