As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 13)

Vamos aproveitar que Agosto ainda é o mês do cachorro louco e pirar nessa seleção de músicas para aquecer seu final de semana.

Death Proof – Down in Mexico

sugestão de Amora, via Facebook

Aerosmith – Lord of The Thighs

Kiss – Let’s Put The X In Sex

sugestão de Vinícius, via Facebook

Whitesnake – Woman Trouble Blues

Deep Purple – Love Child

Sejam criativos, elaborem cenários, role play ou qualquer coisa que apimente ainda mais a encenação da dança. Vocês vão gostar ;)

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As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 12)

Eu sei, já passou o dia dos namorados. Entretanto o dia 12 foi numa terça e houve quem não pudesse estar com seu amor. Como a semana ainda não acabou, vamos dar uma chance a quem não pode comemorar no dia e a quem já comemorou, de celebrar seu amor mais uma vez…

The Black Crowes – Remedy

Creedence Clearwater Revival – Night Time Is The Right Time

Jethro Tull – A New Day Yesterday

The Grateful Dead – Sugaree

Kiss – Heaven’s On Fire

Essa última foi uma dica de Vinícius Faé.

Depois me contem nos comentários se a seleção agradou ;D

Whoa! Listen to the music!

All the time!……

Eu posso dizer que tenho um amplo conhecimento musical. Apesar de não saber nada de teoria musical, de não saber tocar nenhum instrumento (só sei cantar), ainda assim acho que conheço bastante do assunto. E devo isso às inúmeras faxinas que ajudei minha irmã a fazer ouvindo rádio. Por ouvir rádio, quero dizer que ouvia estações de rádio e a sua programação. Minha família é de origem humilde e portanto não tínhamos vinil pra escutar quando bem entendêssemos. Aliás, tudo o que a gente tinha, em parcos modelos, eram mix tapes, onde meu pai ou meus tios gravavam músicas que tocavam nas estações de rádio pra gente ouvir depois. Meu pai, engenheiro nato (porém sem formação acadêmica), construiu um case de madeira para um rádio de carro com alto falante de carro pra que a gente tivesse como ouvir música em casa. Aquele toca-fitas era muito bala, pois não era necessário tirar a fita do tocador pra tocar o lado B. Ele fazia esse serviço sozinho! Claro que isso não foi a única coisa que ele construiu em casa, também fez um charmosíssimo armário de banheiro. Era de madeira, com puxador dourado e um espelho cuidadosamente colocado. Mas divago.

Houve uma época, no interior do RS, que as festas em cidades menores arrebentavam a boca do balão. Festa em São Marcos, São Gotardo, Carlos Barbosa e por aí vai. Para estas festas, havia toda uma preparação em casa, pois era necessário treinar os passinhos antes pra não fazer feio na pista de dança. Minhas tias colocavam numa estação específica, num horário específico pra tocar a possível playlist que rolaria na festa e começavam a desfiar coreografias para impressionar a gurizada. Se você acha que coreografias em grupo surgiram no tempo da Britney Spears e da Christina Aguilera, por favor, vista sua fralda e volte pro berço.



Nessas de ouvir rádio, a gente acabava conhecendo muita coisa. O ruim era que normalmente o locutor não sabia falar inglês e portanto, pronunciar os nomes dos artistas e músicas era algo feito de qualquer jeito. Sendo assim, a gente que também não tinha habilidades com inglês, ficava à mercê do enrolation deles e do nosso. Como não havia internet doméstica, computadores e Kazaa, restava pegar aquela fita (virgem ou não), pegar a caneta BIC e deixar a fita no ponto, enfiar ela no gravador e ficar com o dedo pronto pra apertar REC quando se ouvisse a primeira nota da música tocar. Pra quem é novinho e viu Friends recentemente, quando eles falam de mix tape, era assim que se fazia. Produzir pirataria naquela época era bem mais hardcore.

Muitas vezes não se tinha dinheiro pra comprar fitas cassetes virgens, afinal, eram caras. Então o negócio era decorar os horários e as rádios que passavam as músicas que se queria ouvir. Reunia-se a família ao redor do rádio e nos divertíamos formulando novas coreografias, tentando adivinhar o artista que estava tocando, o nome da música e o ano em que ela foi lançada. Isso dava até briga, dependendo de quão teimosos eram os envolvidos na discussão. Mas no geral, era um programa saudável e que aproximava as pessoas.

E quando a gente não sabia quem era o artista ou o nome da música que estava tocando? Não tinha como pesquisar, afinal, a Barsa não tinha esse tipo de informação. Então o jeito era conviver com a dúvida, tentar memorizar um pedacinho do ritmo ou da letra (no enrolation mesmo) e perguntar pra quem poderia saber. Houve muitas músicas as quais eu convivi com essa dúvida cruel até os dias de hoje. E várias outras que, depois de ter baixado uma discografia inteira, eu descobria que já tinha ouvido ela há muito tempo atrás, só não fazia idéia de quem cantava. Atualmente, com a internet, eu pude ampliar meu conhecimento musical para não somente um monte de ritmos solitários memorizados na minha cabeça, e sim para um vasta playlist com nome de artista e música devidamente organizados.

Hoje em dia, se você depender somente do que toca nas rádios, tudo que se pode ter de conhecimento musical é basicamente pop. E por pop, eu entendo que é um espectro que varia de Katy Perry a Restart, no máximo. Nenhuma rádio toca, exceto em horários muito minguados, músicas anteriores aos anos 2000. Isso é triste, pois as gerações que hoje estão na adolescência não tem a chance de conhecer uma gama maior de músicas e, portanto, aumentar seu conhecimento e até quem sabe, seu gosto musical. De 1950 a 1990 existe toda uma riqueza musical que compreende todos os estilos de rock, blues, jazz e folk que essa garotada nem vai saber que existe. Eu não quero aqui fazer com que gostem do que eu gosto ou que conheçam o que eu ouço na marra. Só acho importante conhecer bastante de música pra que se possa ter uma opinião consistente e também uma boa agregação de cultura.

Pra se fazer música é preciso de muito mais que letra. É preciso contexto histórico, é preciso estar imerso em uma época com muitos acontecimentos ao redor e é preciso talento. Eu aprendi muito de história e literatura com música e, para os mais incrédulos, com rock. Sim senhor, com Rock n’ Roll. Quem ouve as músicas com desatenção (ou que não procura saber sobre os artistas e os álbuns por eles produzidos) não consegue ver que “Ohio”, feita por Neil Young é baseada no massacre da cidade de Kent, que ocorreu no estado de Ohio nos EUA, em 1970. Não sabe que “For Whom The Bell Tolls” do Metallica é baseada na obra de Ernest Hemingway, de mesmo nome. É claro que esse tipo de riqueza inexiste nos gêneros mais populares ouvidos atualmente, por isso acho importante as pessoas acordarem e procurarem ouvir mais músicas além do seu mundinho. Elis Regina, por exemplo, cita Edgar Allan Poe na sua música Velha Roupa Colorida. Você sabia disso? Eu também não, até começar a ouvir mais e ler mais. É importante se informar.

Quanto mais cultos ficamos, mais exigentes nos tornamos. Você vai ver que seu gosto musical vai se refinar e vai se tornar mais rico se decidir sair da sua gaiola. Não venha me dizer que só gosta de uma coisa sem antes ter ouvido o resto para poder opinar. Tente ouvir um instrumento por vez, por mais que na música eles pareçam fundidos. Com um pouco de treino você chega lá. Verá que ouvir música pode ser bem mais que enfiar os fones no ouvido e ficar vegetando na cadeira. É um esporte e um hobby muitíssimo interessantes e que agregam conhecimento e cultura.

As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 11)

Pra embalar as pessoas que estão se sentindo solitárias neste final de semestre, afinal, a maior parte que conheço está enclausurada fazendo TCC. Achem umas horinhas nessa loucura e relaxem ;)

Cactus – Long Tall Sally

The Sheepdogs – The One You Belong To

Amy Winehouse – You Know I’m No Good

Confessin’ The Blues – Rolling Stones

As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 10)

Old, but gold.

AC/DC – Night Prowler

Rolling Stones – Anybody Seen My Baby

Just for the record: Angelina Jolie aparece nesse clipe.

Aerosmith – Taste of India

Oh yeah, she got that kind of love incense
that lives in her backroom
And when it mixes with the funk, my friend, it turns into perfume…

Vale ressaltar que “funk” ao qual os americanos se remetem NÃO TEM NADA A VER com o funk que se toca nesse país tupiniquim. O brasileiro é incrivelmente pior e estupidamente diferente.

Heart – Desire Walks On

Suzi Quatro – Heartbreak Hotel

As melhores músicas para fazer strip-tease (nº 9)

Como não poderia faltar, um post especial para aqueles que irão comemorar esta data com o seu amor. Já diziam os sábios que viveram nos anos 60 e 70:

“Make love, not war”

Black Sabbath – Country Girl

Jefferson Airplane – Rock Me Baby

Queens Of The Stone Age – Burn The Witch

Este último foi uma sugestão da nossa leitora Lari, que mencionou este vídeo nos comentários de outro post. Valeu, flor!

Façam essa data ser inesquecível para aqueles que vocês amam. Deixem a vergonha de lado e mandem ver!

Vida de Nerd – Auxílio para Mac (Nº 2)

Arrááá!!! Acharam que eu tinha ficado parado sem aprender nada no Mac OS??? Acertaram então! (Bazinga)…

Ok então vamos ao post, que é o que interessa.

Dessa vez não vou escrever nada de coisas que já estão postadas na Net, nem mesmo usar referências por aí. Dessa vez é tudo pelo aprendizado e uso do próprio sistema (não que isso queira dizer muito! =P).

 

Gravando um CD MP3…

Bom, algumas vezes me perguntaram de como fazer e tal, mas não soube responder. Pois bem, quando preciso de algo, eu corro atrás e consigo dar um jeito. Foi o que fiz.

Para gravar um cd MP3 de músicas (não, é um cd MP3 de intaladores…. dã), CD de dados (músicas) ou cd de audio simples, basta seguir os seguintes passos:

1) Insira o CD virgem

2) Criar uma playlist com as músicas desejadas;

3) Na barra lateral esquerda, onde aparece as playlists, clicar com o botão direito do mouse e selecione “Burn Playlist to Disc” ou algo como “Gravar lista no disco”;

4) Ao abrir a janela, selecione a opção desejada (CD MP3, Audio ou CD de Dados), selecione a velocidade desejada, sugiro velocidade mais baixa, para facilitar a leitura do CD, e clique em “Burn” ou “Gravar”.

O resto fica para o sistema fazer. Assim que gravar, ele vai ejetar o CD automaticamente.

 

Gravando um CD de dados diversos…

Esse tópico já tinha colocado no post anterior, mas nada como reforçar com um exemplo funcional. XD

Para gravar um CD desse tipo, é estupidamente simples.  Faça o seguinte:

1) insira o CD a ser gravado (ou DVD);

2) Abra o CD pelo Finder;

3) Arraste os arquivos, pastas ou seja o que for para dentro do CD;

4) Na pasta do CD, aberto pelo Finder, vai existir um botão com um símbolo de “radioativo”. Ele serve para gravar os dados no disco. Clique nele (não, capaz… eu comentei só pra te enganar! =P);

5) ao clicar nesse botão, ele vai abrir a janela para selecionar a velocidade a ser gravada. Pronto. Tá feito o carreto… XD

 

Gravando um CD a partir de uma imagem (ISO, DMG, etc…).

Para gravar a partir de um arquivo de imagem, (só não testei com NRG do Nero). Esse processo é um pouco diferente do normal.

Segue o processo:

1) Insira o CD a ser gravado e selecione para abrir com o Finder para garantir que ele vai ser montado;

2) Abra o programa “Utilitário de Disco” ou “Disk Utility”;

3) Encontre o arquivo da imagem e monte ele, ou clique no botão gravar (símbolo radioativo) que vai pedir para encontrar o arquivo do mesmo jeito;

4) Em seguida virá a nossa telinha já muito bem conhecida para selecionar a velocidade de gravação e clique em gravar.

 

Criando uma imagem a partir de um CD/DVD

Bom, sabemos que têm diversas formas de se criar uma imagem de um CD (ou seja lá o que for), através de programas, de linha de comando ou pelos próprios programas nativos do sistema. Como não gosto muito de ficar instalando coisas para se fazer algo que o sistema já consegue fazer, vamos usar os programas nativos do sistema.

1) Insira o CD no drive (Orra, vai criar uma imagem sem ele como? Telepatia???), e espere o sistema montar ele na área de trabalho;

2) Feito isso, abra o Utilitário de Discos;

3) Na janela da esquerda, onde aparecem as unidades de disco, selecione o drive de CD;

4) Clique no botão “Nova Imagem”, em seguida vai pedir o local onde salvar a imagem.

Feito isso, basta o processo terminar e desfrutar da imagem.

Obs: Você pode também criar a imagem de uma pasta, com arquivos, musicas, vídeos, … Invés

 

Limpando o Sistema

Eu não lembro se tinha adicionado isso no outro Post, mas mesmo assim, vamos lá.

Para fazer uma limpeza no sistema, manter tudo em ordem, existe um programa que faz o serviço sujo pra você, o Onix. Não, não é aquele pokemon gigante de pedra. =P

Esse programa remove arquivos temporários, arquivos inúteis das atualizações do sistema, arquivos de internet. Além disso, ele reorganiza o ambiente, redefine os programas que abrirão um certo tipo de arquivo, etc…

Ao executar o programa, ele faz uma pequena análise para ver se o HD está Ok para fazer a limpeza. Em seguida o usuário decide o que fazer, que tipo de limpeza vai fazer, o que precisa executar no sistema. Costumo fazer a limpeza geral, limpando o sistema por completo, ainda mais após fazer uma atualização do sistema. Fica bem melhor. ;-D

Só uma dica: se for fazer a limpeza no Mac, evite fazer qualquer coisa nele, pois o sistema vai ficar sobrecarregado e pode travar se essa regra não for obedecida.

 

Bom pessoal! Por enquanto é isso, logo venho com outras coisas referentes à esse sistema.

Até mais. Logo eu volto aqui! :-D